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Caiado evita dizer se apoia fim da escala 6×1 e chama PEC de “eleitoreira”

Áudio FM I O som que eu gosto! 19/08/2026 · 23h24

Caiado evita dizer se apoia fim da escala 6×1 e chama PEC de “eleitoreira”

Candidato à Presidência pelo PSD criticou a discussão da proposta às vésperas das eleições e afirmou que tema cabe ao Congresso O candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) evitou dizer nesta quarta-feira (19) se é favorável ou contrário ao fim da escala de trabalho 6×1. Durante participação no 11º Fórum CNT de Debates, em Brasília, ele classificou a discussão da proposta como “populista” e “eleitoreira”. Questionado diretamente sobre sua posição, Caiado argumentou que atualmente não integra o Congresso e, portanto, não vota na matéria. Segundo ele, a pauta está sendo utilizada pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com objetivos eleitorais. A proposta prevê o fim da jornada de seis dias de trabalho para um de descanso. O texto avançou na Câmara dos Deputados e agora está em discussão no Senado, onde a tramitação voltou a ganhar força após movimentação do presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP). Apesar de não declarar uma posição definitiva sobre a PEC, Caiado já havia criticado anteriormente a proposta. Em julho, afirmou que a mudança poderia prejudicar o setor produtivo e defendeu modelos que permitam maior negociação entre trabalhadores e empregadores. Durante o evento, Caiado também declarou apoio à versão atual da PEC da Segurança Pública que tramita no Senado. O candidato afirmou que havia feito críticas à proposta original, mas considera que o texto foi modificado e agora pode receber seu apoio.

Candidato à Presidência pelo PSD criticou a discussão da proposta às vésperas das eleições e afirmou que tema cabe ao Congresso

O candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) evitou dizer nesta quarta-feira (19) se é favorável ou contrário ao fim da escala de trabalho 6×1. Durante participação no 11º Fórum CNT de Debates, em Brasília, ele classificou a discussão da proposta como “populista” e “eleitoreira”.

Questionado diretamente sobre sua posição, Caiado argumentou que atualmente não integra o Congresso e, portanto, não vota na matéria. Segundo ele, a pauta está sendo utilizada pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com objetivos eleitorais.

A proposta prevê o fim da jornada de seis dias de trabalho para um de descanso. O texto avançou na Câmara dos Deputados e agora está em discussão no Senado, onde a tramitação voltou a ganhar força após movimentação do presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP).

Apesar de não declarar uma posição definitiva sobre a PEC, Caiado já havia criticado anteriormente a proposta. Em julho, afirmou que a mudança poderia prejudicar o setor produtivo e defendeu modelos que permitam maior negociação entre trabalhadores e empregadores.

Durante o evento, Caiado também declarou apoio à versão atual da PEC da Segurança Pública que tramita no Senado. O candidato afirmou que havia feito críticas à proposta original, mas considera que o texto foi modificado e agora pode receber seu apoio.


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